Onde me sentava contigo, horas, em silêncio…
Gritos mudos ecoavam nas paredes vazias,
Enraivecidas pelo tempo, pesadas de fardos d’outrora,
Gritando também elas de desespero.
Ainda sinto o frio da pedra onde nos sentávamos,
Percorre o meu corpo como espada afiada,
Dilacerando a minha alma.
Saudade…
Do raio de sol tímido que escapava por entre os ramos do cedro,
Iluminando os nossos rostos envergonhados,
Por palavras nunca ditas (e sentidas).
Dá-me a mão!
E ali ficávamos enternecidos por promessas não ditas,
Ali depositadas e em mim e em ti (não sei)...
Fomos felizes sem palavras.
A casa (Aquela casa),
Desmoronou-se lentamente, comigo, contigo, com as palavras proferidas,
Amargas, doces… Que importa?
O sol já não espreita,
As paredes ruíram de dor,
As promessas morreram ali,
Em ti, em mim (não sei).
A pedra continua, firme e fria,
Lembrando dias de calor jamais esquecidos.
Dilacerando a minha alma.
Saudade…
Do raio de sol tímido que escapava por entre os ramos do cedro,
Iluminando os nossos rostos envergonhados,
Por palavras nunca ditas (e sentidas).
Dá-me a mão!
E ali ficávamos enternecidos por promessas não ditas,
Ali depositadas e em mim e em ti (não sei)...
Fomos felizes sem palavras.
A casa (Aquela casa),
Desmoronou-se lentamente, comigo, contigo, com as palavras proferidas,
Amargas, doces… Que importa?
O sol já não espreita,
As paredes ruíram de dor,
As promessas morreram ali,
Em ti, em mim (não sei).
A pedra continua, firme e fria,
Lembrando dias de calor jamais esquecidos.
Photo by: a.m